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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Basquetebol Angola vs Canada na TV (part II)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Basketball Angola vs Canada (part I)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um site a divulgar

Contribuindo para a História de Angola:  http://www.agostinhoneto.org/ 

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Artista plástico expõe na Alemanha


Angop
Uma das obras de pintura de HM
Uma das obras de pintura de HM

O artista plástico angolano Hildebrando de Melo  “ HM”  está a preparar-se para uma  exposição na Alemanha, em Agosto e Setembro deste ano, num evento promovido pela Associação Alemã "Focus Europa".


Nesta amostra de cariz colectivo, onde vão igualmente participar artistas plásticos da Alemanha, Itália, República Checa e da Polónia, HM vai apresentar o projecto artístico “Struggle/M Bilu”, integrado por sete pinturas.


As obras, concebidas em estilo supra africano e que estarão patentes no Castelo Giechburg na cidade de Bavaria, Alemanha, segundo o pintor angolano que falava à Angop, retratam a necessidade de se resgatar os valores perdidos pela guerra, de modo a que haja efectivamente uma personalidade africana.


Para o artista, que faz recurso do acrílico sobre a tela para compor as obras, a personalidade africana passa por um maior debate de ideias, uma busca constante do respeito pelo outro, pela família e pelo gosto ao trabalho em prol ao desenvolvimento.


“O artista tem um contributo a dar, promovendo um conflito de ideias e caminhos capazes de fazer progredir a África. O artista tem de falar da importância de se investir na educação das pessoas desde pequeno sobre os valores humanos, como o respeito e o espírito de iniciativa,  para o crescimento da sociedade”  referiu.


Num breve texto sobre a amostra de HM, a curadora alemã Nadine Siergert fez saber que a arte africana tem estado a cativar as atenções dos estudiosos alemães, pelo que aguarda-se com muita expectativa pelas obras deste artista angolano.


De 30 anos e natural do Huambo, Hildebrando de Melo, participou em seminários com curadores estrangeiros de países como África do Sul, EUA e Alemanha.


É autor de seis exposições individuais e participações em várias amostras colectivas feitas em Angola, Portugal e Estados Unidos da América.


Vencedor do Prémio Ensarte/2004, na categoria "Juventude", uma promoção da Empresa Nacional de Seguros de Angola (Ensa), é igualmente detentor do concurso "Sona Desenhos na Areia" da empresa norueguesa do ramo dos petróleos, Nosk Hydro.     


sábado, 28 de março de 2009

Amanhã, quando eu morrer

«Amanhã,
quando morrer,
eu quero ser enterrado
virado para Oriente;
De pé,
braços cruzados
à espera que nasça o SOL!

Quer seja enterro falado
(Um enterro burguês a valer),
quer seja de pobre-diabo
eu quero ficar assim:
De pé,
braços cruzados
à espera que nasça o SOL!»

António Cardoso, poeta angolano

quinta-feira, 19 de março de 2009

Imprensa - Uma carta dum leitor do Expresso

Francisco Louçã (FL) do BE anunciou e não esteve presente nas cerimónias relacionadas com a visita do Presidente da República de Angola Eduardo dos Santos, alegando a corrupção, a pobreza e a falta de Democracia naquele País. Em 2002 e por ironia, a direita associada ao lóbi de Jonas Savimbi, com responsabilidade pela estrondosa derrota da UNITA nas eleições legislativas de Setembro de 2008, também teve a mesma atitude de FL. Hoje e em África, Angola mesmo com a democracia possível é um exemplo e, melhor só Cabo Verde, a Namíbia e talvez a África do Sul. Na Namíbia e Africa do Sul o poder político não controla o poder financeiro. Hoje o BE devia ter vergonha por criticar qualquer país alegando a corrupção, a pobreza e a deficiência da falta de Estado de Direito (basta lembrar a vergonha da Justiça em Portugal, em especial a relacionada com a gestão danosa da banca).
Se o BE não tem melhores ideias políticas para criticar Angola, ao menos não prejudique o que esta tem de bom para atenuar a grave crise económica e social do seu País, lembrando-lhe: - em Portugal José Sócrates prometeu criar um tecto máximo para o somatório das reformas do Estado e, em Angola tal já está a ser cumprido; - em Portugal as reformas ditas milionárias são criadas por legislação legal mas imoral (por ironia a maioria delas não são consideradas reformas do Estado para furarem o espírito da Lei 26/84 que começou por interditar o somatório das pensões do Estado) e em Angola tal depende da habilidade da gestão de momento mas não pesam no Orçamento do Estado para os vindouros; - julgo que os escândalos da Justiça como o caso Freeport, a gestão danosa dos bancos BPN, BPP e BCP sem controlo em tempo útil são em Portugal; - em Portugal com os impostos e o preço básico dos bens essenciais (agua, luz e saúde) a subir, todos os dias muitas famílias (essencialmente por motivo de desemprego) são penhoradas por dívidas fiscais às Autarquias e ao Estado (IMI, esgotos e IRS); em Angola podem não ter estes bens essenciais com qualidade mas tal ainda não é dor de cabeça e tem mais tempo e confiança para garantirem a sobrevivência do dia a dia. E, talvez seja por isso que o cidadão angolano curte por tudo e por nada, sem depressões e com uma baixa taxa de suicídios.
João Curado, Caxias

sábado, 7 de março de 2009

251

Foi hoje que ultrapassamos a barreira dos 250.
É certo que alguns não são actualizados faz anos. mas ainda estão ali, à mão de semear.