«Amanhã,
quando morrer,
eu quero ser enterrado
virado para Oriente;
De pé,
braços cruzados
à espera que nasça o SOL!
Quer seja enterro falado
(Um enterro burguês a valer),
quer seja de pobre-diabo
eu quero ficar assim:
De pé,
braços cruzados
à espera que nasça o SOL!»
António Cardoso, poeta angolano
Os onzes de Setembro
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Há 25 anos estava na Berlenga. E como havia uma enorme afluência de
turistas à ilha, e consequentemente ao restaurante, fui para trás do balcão
ajudar a ...
Há 4 dias

